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História de MagéContribuir
História de Magé

Fragmentos deuma história maior

Pesquisa, preservação e divulgação do patrimônio cultural de Magé — os lugares, os objetos e as memórias que formam a identidade mageense.

RIO DE JANEIRO

01 — O projeto

Mais do que contar a história de uma cidade

O História de Magé é uma iniciativa dedicada à pesquisa, preservação e divulgação da memória e do patrimônio cultural do município de Magé, no estado do Rio de Janeiro.

O projeto busca dar visibilidade aos lugares, construções, objetos, manifestações e memórias que fazem parte da identidade mageense — um patrimônio marcado por diferentes períodos da história brasileira.

02 — O acervo

O patrimônio de Magé

Igrejas e capelas centenárias, antigas fazendas, portos, caminhos históricos, ruínas, estações ferroviárias e antigas fábricas espalhadas pelo município revelam as transformações pelas quais a região passou ao longo dos séculos.

  • Igreja de Nossa Senhora da Piedade

    Religioso

    Citada entre as referências do patrimônio mageense.

    Tipologia
    Religioso
    Situação
    A levantar
    Datação
    A levantar
    Localização
    A levantar
  • Porto Estrela

    Arquitetônico

    Citado entre as referências do patrimônio mageense.

    Tipologia
    Arquitetônico
    Situação
    A levantar
    Datação
    A levantar
    Localização
    A levantar
  • Vila da Estrela

    ArqueológicoRuínas

    Chegou aos dias atuais em estado de ruína.

    Tipologia
    Arqueológico
    Situação
    Ruínas
    Datação
    A levantar
    Localização
    A levantar
  • Estrada de Ferro de Mauá

    Industrial

    Registrada no acervo como a antiga estrada de ferro.

    Tipologia
    Industrial
    Situação
    A levantar
    Datação
    A levantar
    Localização
    A levantar

O acervo está em construção permanente — novas fichas entram conforme a pesquisa avança e as comunidades contribuem.

Igrejas e capelas centenáriasAntigas fazendasPortosCaminhos históricosRuínasEstações ferroviáriasAntigas fábricas
Mapa histórico gravado de Magé, com o traçado da vila, os rios e as elevações representadas em hachura.
Mapa histórico de Magé. Acervo do projeto.

03 — O território

O desenho de um território

Rios, caminhos e elevações desenhados à mão. O traçado antigo da vila ainda organiza boa parte do que existe hoje — e é sobre ele que os bens do inventário se distribuem.

Localizar cada bem sobre este desenho é a próxima etapa da pesquisa.

04 — Por que preservar

Preservar para conhecer

Parte significativa do patrimônio mageense atravessou períodos de abandono, transformações urbanas e perda de suas características originais.

Alguns bens chegaram aos dias atuais em estado de ruína. Outros desapareceram completamente.

Por isso, registrar e divulgar esses patrimônios também é uma forma de preservá-los — para que sejam conhecidos não apenas como construções antigas, mas como fragmentos de uma história maior, ligados às pessoas que os construíram, utilizaram e transformaram ao longo do tempo.

Inventário da FUNDREM, 1984

Uma das primeiras iniciativas sistemáticas de registro do patrimônio mageense, reunindo informações sobre edificações e espaços de interesse cultural.

Pesquisas mais recentes apontam a necessidade de ampliar esse olhar para contemplar também a diversidade cultural e as memórias das comunidades.

05 — Patrimônio imaterial

O patrimônio não se limita às edificações antigas

Ele também está presente nas formas de viver, nos saberes e nas histórias que atravessam gerações. Essa compreensão mais ampla é fundamental para preservar a diversidade cultural do município.

Vista aérea do centro de Magé: a igreja e a praça com mosaico em rosa dos ventos, e a serra ao fundo.

06 — Pertence a todos

Um patrimônio que pertence a todos

Cada igreja, ruína, estação, caminho, objeto ou memória representa uma parte da trajetória do município. Conhecer o patrimônio cultural de Magé é reconhecer a importância de sua própria população na construção dessa história.

Alguns desses patrimônios são conhecidos por todos. Outros permanecem escondidos, esquecidos ou pouco documentados. É justamente nesse espaço que o História de Magé atua.

Centro de Magé. Acervo do projeto.

07 — Contribuir

Você também guarda uma parte dessa história

Uma fotografia antiga, o nome de um lugar que já não existe, a lembrança de uma celebração. Se você tem um registro ou uma memória de Magé, ela pode integrar o acervo.

Contribuir com sua memória

Porque preservar a memória de Magéé também preservar a identidadede quem vive aqui.